in Portugal

Meet our Renaissance painter: “Grão Vasco”!

Vasco Fernandes "Grão Vasco"

Vasco Fernandes (Viseu, 1475 – 1542), better known as “Grão Vasco”, is considered the leading name in Portuguese painting sixteenth century. He was a painter of transition from “Manuelino”, as well Renaissance and Flemish painting. Most of his works are in the Museum “Grão Vasco”, in “Viseu”, with paintings of his first and last phases artistic.

Vasco Fernandes (Viseu,1475 — 1542), mais conhecido por Grão Vasco, é considerado o principal nome da pintura portuguesa quinhentista. Ele foi um pintor de transição do Manuelino, pintura flamenga e renascentista. A maior parte das suas obras estão no Museu Grão Vasco, em Viseu, com pinturas da sua primeira e última fases artísticas.

The oldest recorded mention on Vasco Fernandes is only from 1501-02, when he was already a professional artist, married and established at Viseu. It is also known he passed away here between the end of 1542 and the beginning of the following year.
The dark but extraordinarily versatile color use, the sensible handling of the light, whose properties he explored to represent the deepness of the space and to “spatialize” the shapes, or the plasticity he obtained when fiercely modeling the draperies, always with highly elaborate shapes, all these are elements which allow us to identify his rather unique artistic process. But the characteristics most often associated with him are the powerful phisionomic face detailing and the subjects’ dramatic enclosing, and the scenarios and props’ realistic and precise describing, which usually reflect simple objects and environments of family and religious

Saint Peter

 Saint Peter

A informação histórica mais antiga a respeito de Grão Vasco data apenas de 1501-02, ano em que já era pintor, casado e residente em Viseu. Sabe-se que faleceu nesta cidade entre o final de 1542 e o início do ano seguinte.
O recurso a uma paleta sombria mas com uma extraordinária diversidade tonal, o sensível manuseamento da luz, cujas virtualidades explora para representar o espaço em profundidade e para espacializar a forma, ou a plasticidade que obtém na poderosa modelação de panejamentos, com formas invariavelmente muito elaboradas, são elementos que permitem individualizar o seu muito personalizado processo artístico. Mas as caracteristicas que imediatamente se lhe associam passam pela poderosa caracterização fisionómica dos rostos e pelo envolvimento dramático das figuras, pelo realismo e minucioso descritivo dos cenários e dos adereços, que habitualmente reflectem ambientes e objectos simples do quotidiano familiar e religioso.

Credits: “Arte Portuguesa da pré-história ao século XX”, vol. 6, de Dalila Rodrigues
Photos in the Web

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